quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Sensível, delicado, mas forte...
Até agora a semana só me reservou filmes ótimos: começando com "O Hobbit" (cuja única decepção é o próprio cinema), passando por "Prayer for Bobby" que é como veneno - mata você lentamente - #perfeito, e chegando a "The Perks of Being a Wallflower" que superou minhas expectativas e se mostrou um filme muito sensível ao livro homônimo.
♥ "And in that moment, I swear we were infinite". p.39
♥ "E naquele momento, eu juro... nós eramos infinitos."
♥ " There are children, like Bobby, sitting in your congregations. Unknown to you they will be listening as you echo "amen", and that will soon silence their prayers. Their prayers to God for understanding and acceptance and for your love. But your hatred and fear and ignorance of the word gay will silence those prayers. So, before you echo "amen" in your home and place of worship, think. Think and remember, a child is listening."
♥ "Há crianças, como Bobby, sentados em suas congregações. Desconhecidas de vocês, eles estarão ouvindo quando vocês disserem "amém", e este amém silenciará suas orações. Suas orações à Deus por entendimento e aceitação e por seu amor. Mas o seu ódio e medo e ignorância da palavra gay silenciará essas preces. Portanto, antes de ecoar seu "amém" em sua casa ou em seu local de culto, pense... Pense e lembre-se que uma criança está ouvindo."
♥ "Há crianças, como Bobby, sentados em suas congregações. Desconhecidas de vocês, eles estarão ouvindo quando vocês disserem "amém", e este amém silenciará suas orações. Suas orações à Deus por entendimento e aceitação e por seu amor. Mas o seu ódio e medo e ignorância da palavra gay silenciará essas preces. Portanto, antes de ecoar seu "amém" em sua casa ou em seu local de culto, pense... Pense e lembre-se que uma criança está ouvindo."
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Miguel Nicolelis: A ciência já superou a ficção científica
Miguel Nicolelis: A ciência já superou a ficção científica
O novo mundo terrível – De acordo com Miguel Nicolelis, a ficção científica atual se vale de uma reciclagem de antigas ideias, empregadas para o “lado negro da força”. O mundo que ela mostra é caótico, à beira da destruição: “É uma realidade de terror. A ciência fornece material para a criação de um mundo pior do que o nosso”, disse ele. Se nos tempos de Asimov e Arthur Clarke a ciência era uma forma de conhecer um universo novo e mágico, hoje ela é vista como “condutora da nossa destruição”.
O novo mundo terrível – De acordo com Miguel Nicolelis, a ficção científica atual se vale de uma reciclagem de antigas ideias, empregadas para o “lado negro da força”. O mundo que ela mostra é caótico, à beira da destruição: “É uma realidade de terror. A ciência fornece material para a criação de um mundo pior do que o nosso”, disse ele. Se nos tempos de Asimov e Arthur Clarke a ciência era uma forma de conhecer um universo novo e mágico, hoje ela é vista como “condutora da nossa destruição”.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Mãe é mãe em qualquer mídia... Até nos animes
Eu quero ressuscitar o blog com um post em homenagem ao financeiramente fatídico Dia das Mães.
Que o papel materno tem relação direta com a formação do indivíduo, Freud já explicou - como se todo mundo já não soubesse. O que poucas pessoas percebem é como esta afirmação está difundida nas artes, na literatura, no cinema, etc e como toda essa difusão acaba por fortalecer a afirmativa.
Vou usar um exemplo particularmente fácil - e agradável: os animes e mangás.
Nos animes e mangás a presença ou não da figura materna pode determinar todo o curso da estória ou no mínimo render boas análises de comportamento.
O primeiro exemplo é Fullmetal Alchemist.
Mas Fullmetal Alchemist não é um anime/mangá muito difundido nas massas - uma pena - então vamos usar alguns animes/mangás mais populares: Pokemon, Digimon, Narutomon e Dragon Ball...
Brincadeiras à parte, se há algo nestas animações que é comum é a ausência ou pouca participação da figura dos pais.
Em Pokemon Delia, mãe de Ash, simplesmente permite que o filho - que não aparenta ter 15 anos - saia pelo mundo para "coletar" pokemons. O engraçado do universo Pokemon é que a figura paterna de Ash e companheiros nem é mencionada e a figura materna é uma deficiência só.
O parente de Pokemon - Digimon - parece ser melhor resolvido com as questões de família. O grupo de garotos tem uma vida cotidiana normal; escola regular, casa, amigos e pais, mas são transportados para um mundo digital alternativo -como se pudesse existe um mundo digital real - e ficam presos até completar sua "missão". Aí quem assiste pensa: Oh! Os pais estão desesperados à procura dessas crianças! Tente novamente.
O fato é que o criador do anime contornou a situação criando uma passagem de tempo também alternativa. Assim, enquanto no Digimundo se passaram dias, no mundo real o tempo foi contado em minutos. Logo não há preocupação por parte dos pais dos pirralhos.
Resumindo a participação de Naruto neste post, a crianças protagonistas - e mesmo as coadjuvantes - são ensinadas e monitoradas por professores e a presença materna praticamente não existe.
O único momento que consigo lembrar da relevância de uma mãe é na formação do personagem Gaara cuja morte da mãe está diretamente relacionada ao nascimento dele.
Em Dragon Ball Goku não tem uma figura materna e é possível dizer que sua figura paterna é o depravado Mestre Kame e não Bardock, mas nas sequencias da saga Dragon Ball - Z e GT - as mães reinam absolutas em uma maternidade estereotipada.
Goku casa como Chichi e com ela tem dois filhos: Gohan e Goten. Vegeta casa com Bulma e também tem dois filhos: Truncks e Bra. Com a Androide nº18 Kuririn tem uma filha chamada Marron e assim por diante umas quatro geração são mostradas no desenho. É algo que eu gosto muito na saga.
Apesar de todas essas mães, Chichi se destaca pois faz a mãe que é exageradamente protetora e dedicada absolutamente aos filhos que obriga que dediquem-se ao máximo aos estudos, comem regularmente e não entrem confusão.
A lista é infinita visto que as interpretações também são as mais variadas, mas é possível entender só com estes exemplos o quanto nós observamos a maternidade mesmo ela estando no mundo da ficção.
Para finalizar vou deixar uma lista de animes, além dos já citados, para aqueles que tiver a oportunidade de assistir e analisar as mamães dentro do roteiro - mesmo que elas não estejam lá.
O primeiro exemplo é Fullmetal Alchemist.
No início do anime/mangá vemos os irmãos Elric ainda crianças morando com a mãe num lugarzinho bucólico. Os irmãos, influenciados pelo ausente pai, brincam com alquimia, alheios ao sofrimento de sua mãe pela ausência do marido. Logo Trisha adoece e morre. Em desespero Edward resolve usar a "transmutação humana" para ressuscitar a mãe, mas durante o procedimento percebe que a "Lei da troca equivalente" não funciona de maneira literal, pois, mesmo todos os ingredientes químicos que compõem o corpo humano, não podem trazer alguém de volta à VIDA.
Em meio ao procedimento os irmãos Elric terminam por serem mutilados, Alphonse perde todo o corpo e Edward é obrigado a sacrificar um braço e uma perna para prender a alma do irmão numa armadura.
Vou parar de contar a história por aqui.
Do enredo de Fullmetal Alchemist vem a primeira interpretação do amor materno. Trisha mesmo triste e doente se faz necessária aos filhos e tenta ao máximo mantê-los felizes, preservando assim a infância deles. O que ela não percebe é que a carência dos filhos frente a sua figura poderia levá-los - como levou - à atos de consequências terríveis.
É como minha mãe me diz: "agente cria os filhos para 'o mundo', não para nós.".
Mas Fullmetal Alchemist não é um anime/mangá muito difundido nas massas - uma pena - então vamos usar alguns animes/mangás mais populares: Pokemon, Digimon, Narutomon e Dragon Ball...
Brincadeiras à parte, se há algo nestas animações que é comum é a ausência ou pouca participação da figura dos pais.
Em Pokemon Delia, mãe de Ash, simplesmente permite que o filho - que não aparenta ter 15 anos - saia pelo mundo para "coletar" pokemons. O engraçado do universo Pokemon é que a figura paterna de Ash e companheiros nem é mencionada e a figura materna é uma deficiência só.
O parente de Pokemon - Digimon - parece ser melhor resolvido com as questões de família. O grupo de garotos tem uma vida cotidiana normal; escola regular, casa, amigos e pais, mas são transportados para um mundo digital alternativo -
O fato é que o criador do anime contornou a situação criando uma passagem de tempo também alternativa. Assim, enquanto no Digimundo se passaram dias, no mundo real o tempo foi contado em minutos. Logo não há preocupação por parte dos pais dos pirralhos.
Resumindo a participação de Naruto neste post, a crianças protagonistas - e mesmo as coadjuvantes - são ensinadas e monitoradas por professores e a presença materna praticamente não existe.
O único momento que consigo lembrar da relevância de uma mãe é na formação do personagem Gaara cuja morte da mãe está diretamente relacionada ao nascimento dele.
Em Dragon Ball Goku não tem uma figura materna e é possível dizer que sua figura paterna é o depravado Mestre Kame e não Bardock, mas nas sequencias da saga Dragon Ball - Z e GT - as mães reinam absolutas em uma maternidade estereotipada.
Goku casa como Chichi e com ela tem dois filhos: Gohan e Goten. Vegeta casa com Bulma e também tem dois filhos: Truncks e Bra. Com a Androide nº18 Kuririn tem uma filha chamada Marron e assim por diante umas quatro geração são mostradas no desenho. É algo que eu gosto muito na saga.
Apesar de todas essas mães, Chichi se destaca pois faz a mãe que é exageradamente protetora e dedicada absolutamente aos filhos que obriga que dediquem-se ao máximo aos estudos, comem regularmente e não entrem confusão.
A lista é infinita visto que as interpretações também são as mais variadas, mas é possível entender só com estes exemplos o quanto nós observamos a maternidade mesmo ela estando no mundo da ficção.
Para finalizar vou deixar uma lista de animes, além dos já citados, para aqueles que tiver a oportunidade de assistir e analisar as mamães dentro do roteiro - mesmo que elas não estejam lá.
- Neo Genesis Evangelion
- Nana
- Tenchi Muyo
- Sakura Card Captors
- Kuroshitsuj
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